Tuesday, July 10, 2007

Auto do Branco de Neve


Cá vai um: Teaser-vídeo do espectáculo.

Beijinhos

Auto do Branco de Neve


Ao fim de vários anos de trabalho com o N.A.C da Escola Delfim Ferreira em Riba D`Ave, e de termos apresentado vários espectáculos como: "Soldadinho de Chumbo" de Andersen; “Mata-borrão” de e co-dirigido com Jorge Louraço, Sonho de véspera de exame”, de José Régio; O passáro da alma” de Michael Snunit, "Pic-nic" de Arrabal e “Espantalho Teso”, de Jorge Louraço, em 2001.

Este ano foi a vez de "Auto do Branco de Neve e os seus Machões", de Armando Silva Carvalho, para o Núcleo de teatro de Riba D`ave/ Panos - Culturgest 2007.

Muitos meses de trabalho, muitos percalços pelo meio, e no dia da estreia a actriz principal com um estiramento muscular minutos antes da estreia. Que inguiço. Mas conseguimos. Ufa!



O Meu Umbigo


O Meu Umbigo, foi um espectáculo de dança que dirigi com os utentes da APPACDM/TOXA em 2005, e a quem prestei umas visitas ultimamente.
Para recordar um teaser- vídeo destes meninos bonitos.

Saturday, April 14, 2007

Sexta-feira 13 (Abril)



Afinal a Sexta-feira 13 não custou muito a passar e para provar,
aproveito para informar que o Projecto Müller
ganhou o prémio do júri para melhor peça
do XI ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior







Vai ao Fatal 2007 a 12 de Maio
aproveitem para ver





Monday, March 12, 2007

ALGUMA COISA ME CONSOME













Regressar.

A Müller e ao teatro universitário.

Trabalhar no teatro universitário é regressar às minhas origens. À minha escola inicial. Foi no T.U.M (Braga) que comecei há alguns anos atrás. Foi lá que actuei e encenei pela primeira vez. E este teatro é ainda um espaço de laboratório por excelência e um espaço para experiências. Para tentativas.

Lancei-me neste projecto para assumir riscos, para trabalhar com espaço para “falhar”, para aprender com os erros, para partilhar ideias e interrogar o meu papel enquanto criador. Tal como, escreveu Beckett: “ Falhar outra vez. Falhar melhor”.

Para o fazer escolhi Müller, também ele, um repetente para mim. Ele permitiu-me vasculhar nas memórias, nas minhas e nas dele. Assim reli as suas obras, entrevistas, reconstruí os seus passos, as suas crises e dialogámos sobre o fazer artístico.

Durante o processo de ensaios com as gentes do T.E.U.C, trocámos-lhe as palavras com os figurinos, ele trocou-nos as certezas; desenhamos-lhe várias vozes, ele colou-se-nos à pele; inscrevemos-lhe um novo tempo, ele deixou-nos entrar nas suas memórias.

Este trabalho é sobre as memórias as do público e as dos fazedores, as minhas e as tuas, as nossas.

Num momento em que tive a necessidade de repensar a minha forma de estar no teatro, em que quis apontar noutra direcção e fugir das delimitações que encontrei enquanto artista, foi importante regressar a casa e trabalhar com gente viva, gente com vontade e prazer em bruto.

A estes meus meninos agradeço a sua sinceridade e aquele brilho nos olhos que tanto falta a alguns profissionais.

Para mim o Teatro é um vício. É uma necessidade vital. É como o vício de rebentar aquelas bolhinhas de plástico. Começa-se e não se consegue parar. Queremos sempre mais uma “dose”.

Espero que este Müller os vicie.

alguma coisa me consome

Olá a todos!
A 12 de março de 07, estão abertas as hostilidades e as consumições.
Espero que me consumam muito.
o vosso bloger