Tuesday, June 29, 2010

Peregrinações em Montemor 8, 9 e 10 de Julho





Encenação do Quadro IV com o grupo de Formoselha
Fotografia: Filipa Alves


Nos próximos dias 8, 9 e 10 de Julho, pelas 21h00, a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, em colaboração com O Teatrão, apresenta Peregrinações, um espectáculo de rua em que 10 grupos de teatro da região irão recriar algumas passagens da obra de Fernão Mendes Pinto, levando o público por um percurso na zona histórica daquela localidade, com início no Castelo. Este espectáculo insere-se no âmbito das comemorações dos 500 anos sobre o nascimento de Fernão Mendes Pinto.

Video RTP 1 e 2
Entrada livre, sujeita a reserva.

Tuesday, May 18, 2010

Wednesday, April 28, 2010

MAD'10 - 2ª Mostra Anual de Dramaturgia



Os Trabalhadores Invisíveis

[ de SANDRA PINHEIRO direcção de leitura RICARDO CORREIA ]

dia 28 ABRIL, quarta-feira - 19.00h
Palácio de Cristal



Tuning

[ de RODRIGO FRANCISCO direcção de leitura FERNANDO MOREIRA ]

dia 29 ABRIL, quinta-feira - 19.00h
Palácio de Cristal



Voyeur

[ de JORGE PALINHOS direcção de leitura ARMANDO PINHO ]

dia 30 ABRIL, sexta-feira - 19.00h
Palácio de Cristal



Marzïa


[ de KARIN SERRES tradução ALEXANDRA MOREIRA DA SILVA direcção de leitura JORGE LOURAÇO FIGUEIRA ]

dia 1 MAIO, sábado - 19.00h
Palácio de Cristal

Wednesday, April 7, 2010

Encenação das Extraordinárias Aventuras




Como contar uma história, hoje?
(REPORTAGEM DA RTP aos 10m46 veja a doença rara que é fazer Teatro!)

ou

reportagem da ESECTV (a partir dos 11m)

Conceber um espectáculo é determinar o caminho de onde partimos e, a montante, projectar toda a sua estrutura, a sua cor e a sua atmosfera. Este espectáculo foi construído a partir daquilo que nos rodeia, a Oficina de Teatro, os actores do Teatrão, e sobretudo, o quotidiano, os nossos vizinhos, o que nos é próximo. Assim ao falar do que conhecemos, podemos falar do desconhecido, do Outro. Esta história é sobre o Eu e o Outro. É sobre Nanu e Fox, que tal como nas Fábulas de Esopo não são mais do que espelhos de nós próprios. E nestes reflexos falamos daquilo, do que nos é próximo, dos que fogem, dos que se escondem, dos que resistem e acham um lugar para si , dos que sonham e projectam um futuro melhor, tal como os Músicos de Bremen dos irmãos Grimm.

Estas histórias que criámos são como as minhas estórias, aquelas em que me aventurava quando ia com a minha avó ao rio lavar a roupa, e que me deixavam tardes perdido no meio de todos aqueles lençóis, a inventar as minhas aventuras...

Talvez estas históras que ficcionámos sejam tão reais quanto o real. Não sei como são as estórias dos que se seguem, mas é para eles e elas que quisemos construir esta história.

Ricardo Correia

Thursday, April 1, 2010

DIa 1/ Olha para mim a mentir...

Dia 15 de Abril - Estreia da encenação das Extraordinárias Aventuras do Urso Polar e da Raposa do Deserto no Teatrão (Coimbra)

Final de Abril - Leituras encenadas no MAD - Fazer a Festa (Porto) e Jurí/representante Projecto Panos Culturgest

Dia 9 de Junho - Apresentação do exercício da formação com Norman Taylor (Tondela)

Dia 17 e 24 de Julho - Apresentação de Coimbra um Outro olhar - Apontamentos cénicos- Casa da Esquina para o Festival das Artes (Coimbra)

Dia 8,9,10 de Julho - Estreia da Peregrinação - Comemorações Fernão Mendes Pinto (Montemor-o-Velho)

Dia 21 de Julho - Estreia da encenação do Auto da Barca do Inferno no TEUC para o Festival das Artes (Coimbra)

2º ano do Mestrado de Teatro - encenação ESTC

Saturday, December 5, 2009

PlayPause - espectáculo no Taborda a partir de textos de Harold Pinter



PlayPause

Este espectáculo parte de três peças de Harold Pinter para abordar o uso arbitrário do Poder e da normalização da sociedade no mundo contemporâneo.
Assim as peças: “A Nova ordem Mundial”, “Um para o Caminho” e “Conferência de Imprensa”, servem de base para um trabalho sobre a temática do Poder e da supressão das liberdades individuais a que todos estamos sujeitos em nome de um bem Comum.
A questão que se coloca com este trabalho é: até que ponto deixamos que nos tirem a nossa individualidade e dignidade em nome de um bem comum?
Recorrendo ao conceito de Panóptico, ideia de um dispositivo de inspecção permanente, de Jeremy Bentham, cada peça ocorre num espaço desterritorializado, onde as personagens estão enclausuradas entre quatro parede, e neste espaço que está em permanente vigilância, elas são sujeitas a um violento interrogatório, a uma tortura continuada. Assim o público é convidado a assistir de Zoom em Zoom e de Pausa em Pausa e tornar-se testemunha de cada nova atrocidade que ocorre em cada quarto. Para a construção do espectáculo convocamos a tecnologia de som e vídeo em tempo real, de modo a que essa interacção crie um espaço de conquista de novas fronteiras entre as artes e a tecnologia, mas sem suprimir os traços da acção teatral.

Ricardo Correia