Wednesday, July 12, 2017

O MUSEU DA EXISTÊNCIA

O MUSEU DA EXISTÊNCIA só hoje e amanhã no renovadíssimo Convento são francisco em Coimbra.

reportagem rtp
https://www.rtp.pt/noticias/pais/museu-da-existencia-mostra-objetos-que-obrigaram-pessoas-a-mudar-a-vida_a987903

JÚLIA de RUBEN A no FESTIVAL END

"É possível viver sem amor?"


A casa da esquina a ensaiar para para a leitura da peça Júlia de Ruben A.
Autor que criou a República babaou , uma República surrealista mesmo aqui ao lado da casa da esquina por cima tasca de Santana. A primeira vez que o li foi na Escola da Noite - história bilingue, onde havia dois Rubens o A e o B que seguiam vidas paralelas as da ficção e as das páginas, lado a lado.
Na altura não sabia que Ruben A andou nu no Pártenon para dialogat melhor com as estátuas gregas, isto com prévia autorização do diretor de museu de Atenas.
Hoje começamos a preparar a leitura para o festival end do coletivo 86.
"Os livros de Ruben A são armas carregadas de futuro " afirmou Batista-Bastos.
A ver dia 27 de março no dia mundial do teatro.

O Republicário


O Republicário depois do Convento São franciso passará pelo Festival Deniz Jacinto, Municipio da Lousã, Teatro da Rainha e Festival Fazer a Festa do Art`Imagem

Tuesday, November 29, 2016

CLUBE DE LEITURA TEATRAL THEATRE UNCUT 16

Estão abertas as inscrições para mais uma sessão do Clube de Leitura Teatral - Coimbra. Até dia 1 de dezembro, envie-nos um e-mail para clube.leitura.teatral@gmail.com.
Os ensaios estão previstos para os seguintes dias no Teatro da Cerca de São Bernardo:
- sexta-feira dia 2 de dezembro das 20h às 24h
- segunda-feira dia 5 de dezembro das 20h às 24h
- terça-feira dia 6 das 14h30 às 17h30

A apresentação será terça-feira dia 6 às 18h30 no TCSB - Teatro da Cerca de São Bernardo (consulte o nosso evento Clube de Leitura Teatral / Por Ricardo Correia)
Ricardo Correia vai orientar os ensaios onde, juntamente com todos os interessados, trabalhará seis pequenos textos elaborados por seis dramaturgos em seis dias. Venha conhecer e fazer parte do resultado destes trabalhos concretizados no âmbito do Theatre Uncut, realizado este ano em Copenhaga, a propósito da crise de refugiados.
Fotografia de Cláudia Morais

MUSEU DA EXISTÊNCIA

Ser ator.
Por vezes leio uma tira do Calvin and Hobbes sobre a arte da ilusão ( exponho que li no correio da manhã era do restaurante entenda se, e pergunto me porque o jornal Publico as deixou de publicar)
Por vezes acordo e percebo que não tenho voz.
Nesta semana tive de aprender tudo de novo. Ganhar a voz. Emitir um som. Um passo de cada vez. É como aprender a andar.
É doloroso. É um processo de aprendizagem. É como ser ator. Mas está a voltar. Estou a voltar.
Por vezes volto a ser ator para saber como é.
Por vezes penso nos meus atores e percebo porque os amo.
Por vezes fico espantado com este ofício.
Por vezes releio o museu da inocência do orhan pamuk
Por vezes vou a casa das pessoas pedir momentos de felicidade e objetos associados.
Por vezes encontro essas pessoas num ensaio geral e comovemo nos juntos.
Por vezes estreamos um espetáculo que é um museu que é um espetáculo

Por vezes O museu da existência no teatro Virgínia em torres novas.
É hoje vai haver festa. Esta a chegar -18 e 19 de novembro - as 21h 30.
Apareçam.





O REPUBLICARIO

O Republicário
Convento São Francisco, Coimbra.
de 6 a 8 de outubro as 10h30 e 14h30 e Sábados as 16h.
CRIAÇÃO: Celso Pedro, Filipa Malva e Ricardo Correia
INTERPRETAÇÃO: Celso Pedro
ESPAÇO CÉNICO E FIGURINO: Filipa Malva
TEXTO E ENCENAÇÃO: Ricardo Correia
Vamos criar uma República. Do que é que precisamos? Um hino. Check. Uma Constituição, que garanta direitos e deveres. Check. Falta alguma coisa?
Talvez uma bandeira nacional. Com duas cores e 12 bolinhas que representam as 12 cidades da República Não sei das quantas conquistadas na Revolução que tirou este País do jugo do… tiranete Monstro dos sete estômagos que enchia o bandulho com o trabalho escravo dos cidadãos.
Nesta República acabadinha de inventar, contamos a história de um vendedor de enciclopédias que percorre, sentado em cima da sua bicicleta, a famosa e enferrujada Princesa, o país de lés a lés e que adora ouvir na rádio fado desafiado.
Tudo ia bem no melhor das Repúblicas possíveis, mas certo dia tudo parece desmoronar-se. De repente algo perturba os cidadãos da República e a partir desse dia já ninguém se lembra do hino nacional. Ninguém sabe a diferença entre a República e a Democracia? Porque é importante votar? Ou mesmo o que é a República?
O País entra em crise. Fazem-se debates na emissora nacional. Mas nem nas Enciclopédias que o nosso Republicário vende se encontram as respostas. Ao que parece elas estão incompletas trazem algo estranho que invade o espaço público e atordoa os cidadãos da República Não sei das Quantas.
A culpa será sua? O Republicário, sem respostas e para salvar a sua face, entra numa grande aventura para tentar salvar a República e os seus símbolos que entretanto foram esquecidos. Pelo meio ainda se propõe a fazer algumas erratas.
Será que esta República tem salvação?
Guerra Junqueiro deixou-nos o mote para este espetáculo: “Há mais luz nas 24 letras do alfabeto do que em todas as constelações do firmamento.”
Ricardo Correia
https://www.youtube.com/watch?v=e-uk6VQ6wgc





TITULO DE ESPECIALISTA

Comecei há um ano a escrever o título de especialista, uma memória como disse e bem um dos membros do júri, sobre o meu país é o que o mar não quer.
Um trabalho de criação que usou princípios do trabalho colaborativo. Defendi e foi aprovado. Partilho pela felicidade e porque tive um debate com pessoas incríveis no júri. Carlos j pessoa, António Fonseca, Nuno m Cardoso, Fernando mora ramos, claudia Marisa e joana Fernandes.
Agradecido aos que me ajudaram (e muito) a levantar este projeto e que foram cúmplices no fazer deste pequeno momento de felicidade.
Já está e venham outros.